Arquivo mensal: fevereiro 2016

Prova de Geografia do Técnico Integrado de Nível Médio do CEFET-MG de 2014 corrigida!

Prova de Geografia do Técnico Integrado de Nível Médio do CEFET-MG de 2014 corrigida pelo professor Eduardo Klein! Confira as questões corrigidas e explicadas clicando aqui.

 

Fonte:

Prova

Gabarito

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Prova de Química do Técnico Integrado de Nível Médio do CEFET-MG de 2014 corrigida!

Prova de Química do Técnico Integrado de Nível Médio do CEFET-MG de 2014 corrigida pela professora Iara Bolina! Confira as questões corrigidas clicando aqui.

 

Fontes

Prova

Gabarito

Aproveitando seu tempo com um… tomate!?

Por Henrico Barbosa

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Há situações em que acumulamos tantas tarefas que acabamos nos perdendo, desesperando e no fim acabamos não resolvendo nada do que precisávamos. Também existem aquelas tarefas enormes, tão gigantescas (e provavelmente tediosas) que tememos até começá-las.

Cada vez mais nos é cobrada concentração e produtividade nos dias de hoje. Para lidarmos com isso, podemos recorrer a técnicas de administração do tempo. Falaremos aqui de uma delas: o Pomodoro.

Criada por volta dos anos 1990 por Francesco Cirillo, a técnica visa reduzir a ansiedade em relação ao uso do tempo e melhorar a capacidade de concentração.

Como o Pomodoro Funciona?

Um pomodoro clássico consiste de 25 minutos focados na atividade seguidos de 5 minutos de pausa. Após um ciclo completo de 4 pomodoros, faz-se um intervalo mais longo de 30 minutos.

As regras do jogo continuam! Um pomodoro é uma unidade indivisível de tempo, não existe algo como “meio pomodoro”! Para que um pomodoro seja válido, não é permitido perder a concentração! Não seja tentado por aquela notificação do WhatsApp, do Facebook, ou qualquer outro tipo de distração, pois elas provavelmente têm prioridades bem menores que a tarefa escolhida e, portanto, podem ser resolvidas mais tarde. Caso perca a concentração, deve-se recomeçar o pomodoro do zero.pomodoro.png

O gráfico mostra qualitativamente a relação entre concentração e tempo com e sem o Pomodoro. Imagine que a área abaixo da curva seja sua produtividade, por que não dar uma chance ao tomatinho?

Disciplina com flexibilidade

A técnica Pomodoro aprimora sua disciplina e foco, mas se prender muito a ela pode ser indesejado. Para tarefas que exijam mais criatividade, não adianta forçar a inspiração. Também não é qualquer questão de um livro que pode ser resolvida em 25 minutos, algumas chegam a durar mais de 40 minutos para serem completas e não vale a pena perder o embalo. O aprendizado e produtividade são individuais, então reflita quanto a flexibilidade de seu “pomodoro”. Não é contra à lei fazer um “pomodoro” de 40 min com descanso de 10 min. Caso nunca tenha tido o hábito de se concentrar, por que não começar com passos curtos? Que tal um pomodoro de 10 min com pausa de 2 min?

Que o Pomodoro esteja com vocês e bons estudos!

 

 

Timer online: http://tomato-timer.com/#

 

Fontes:

http://baomee.info/pdf/technique/1.pdf

https://www.youtube.com/watch?v=An0hQet1mFY

http://pomodorotechnique.com/get-started/#how

 

 

Prova de Matemática do Coltec de 2014 corrigida!

Prova de Matemática do Coltec de 2014 corrigida pelo professor Leonardo Saud! Confira:

Questões 28 a 35 – https://1drv.ms/b/s!ADC–NcEBcQ4ew

Questões 36 a 42 – https://1drv.ms/b/s!ADC–NcEBcQ4gQM

Obs.: foi utilizado o Caderno 1 para a correção das provas.

 

Fontes

http://www.coltec.ufmg.br/coltec/images/provas_anteriores/2014/COLTEC_2014_caderno1.pdf

http://www.coltec.ufmg.br/coltec/images/provas_anteriores/2014/COLTEC_Gab_CAD1_2014.pdf

FIBRAS ALIMENTARES: ESPONJAS NATURAIS

por Iara Bolina

Estudos comprovam que as fibras alimentares solúveis e insolúveis podem absorver água e gordura quando nós a ingerimos, contribuindo, assim, para a nossa saúde de qualidade de vida!

O QUE SÃO AS FIBRAS ALIMENTARES?

Fibras alimentares são as partes comestíveis dos vegetais, que são resistentes à digestão e absorção no intestino delgado de nós humanos, mas são fermentadas pelas bactérias no intestino grosso.

 

QUAIS OS TIPOS E ONDE POSSO ENCONTRAR AS FIBRAS ALIMENTARES?

Fibras solúveis em água – Tornam a digestão mais lenta e melhoram a digestão dos nutrientes, principalmente os açúcares e gorduras. Podemos encontrar esse tipo de fibra em frutas, como maçã, laranja, limão, ameixa e vegetais, como cenouras, flocos de aveia, cevada e legumes.

Fibras insolúveis em água – Aceleraram o trânsito intestinal, aumentando, então, o bolo fecal e proporcionando melhora na constipação intestinal ou prisão de ventre. Podemos encontrá-las em grãos de cereais, em cascas de frutas e verduras, em arroz integral, em leguminosas e em farelos de trigo e de soja.

 

PORQUE SÃO ESPONJAS NATURAIS?

As fibras solúveis, principalmente a pectina, absorve a água e se transforma em uma substância gelatinosa. Assim, são boas aliadas na dieta porque promovem a saciedade, pois aumentam o tempo de esvaziamento gástrico. Já as fibras insolúveis, como a celulose, podem absorver gorduras envolvendo-as em sua estrutura química.

Sendo assim, um destaque especial pode ser dado para a aplicação das fibras alimentares na indústria de alimentos, onde a incorporação destas fibras, em formulações de alimentos, vem associando aos produtos propriedades funcionais, pois auxiliam na prevenção de doenças, como obesidade, diabetes, coronarianas, câncer de colón, entre outras.

 

Fontes:

CUI. S.W. Food Carbohydrates: Chemistry. Physical Properties and Applications. Nova York. Taylor and Francis Group. 2005.

FENNEMA, O.R. Química de los alimentos. 3ªd. Acribia, S.A. Espanha. 1993.

QI, B.; JIANG, L.; LI, Y.; CHEN, S.; SUI, X. Extract dietary fiber from the soy pods by chemistry-enzymatic methods. Procedia Engineering. v.15, p.4862-4873, 2011.

A internet diante dos nossos olhos

Por Fábio Silva

A luz que normalmente inunda casas, escritórios e edifícios públicos pode oferecer algo mais do que iluminação. Os cientistas na Disney Investigação e ETH Zurique demonstraram que a luz emitida por lâmpadas de LED pode ser utilizada para comunicação entre objetos e desses com a Internet.

 

Você já ouviu falar da Internet das Coisas?

É fim de tarde em uma sexta-feira e você está dirigindo para casa tranquilo, voltando do trabalho. Um sinal na tela do seu veículo lhe informa que você deve passar no supermercado no caminho e comprar mais leite.

O aviso foi enviado pela Lucy, a central de gerenciamento da sua casa, que, integrada à sua geladeira, já sabe o que você precisa comprar. Esta central está ligada ao GPS do seu carro, que localiza um supermercado no caminho do seu trabalho para casa. Após fazer as compras você se aproxima do caixa, saca seu celular e efetua o pagamento através de um aplicativo que substitui sua carteira. Parece um filme de ficção? Sim. Mas a tecnologia que possibilita esta cena hollywoodiana já existe.

Esta é a Internet das Coisas (Internet of Things – IoT), um conceito criado para que os itens usados em nosso dia-a-dia sejam imersos na rede mundial de computadores, tornando o mundo físico e digital cada vez mais próximos. Assim, cada vez mais surgem eletrodomésticos, meios de transporte e até mesmo tênis, roupas e maçanetas conectadas à Internet e a outros dispositivos, como computadores e smartphones.

A caminho do futuro na velocidade da Luz

A comunicação convencional entre dispositivos eletrônicos sem fio é realizada através de sinais de radiofrequência. Entretanto, recentemente os pesquisadores da IoT têm lançado mão da tecnologia de Comunicação através de Luz Visível (Visible Light Communication – VLC). Esta técnica utiliza LEDs comerciais modificados para enviar e receber sinais digitais ligando e desligando a uma velocidade suficiente para ser imperceptível ao olho humano. Desta forma, enquanto as luzes do supermercado estão acesas, elas comunicam entre si para determinar a localização de cada cliente ou a quantidade de produtos na prateleira.

As vantagens são muitas: a frequência da luz visível é superior à frequência das ondas de rádio para transmissão Wi-Fi, o que proporciona maior largura de banda para transmissão de informações. Em outras palavras, a capacidade de tráfego de dados via VLC é até 100 vezes maior que a radiofrequência, podendo alcançar velocidades de até 224 gigabits por segundo! Isso com certeza é suficiente para ter o controle sobre os aparelhos de sua casa, não acha?

Outra vantagem é a segurança. Como as ondas de luz não podem penetrar paredes, embora tenha-se um intervalo de alcance mais curto, a tecnologia VLC é certamente mais segura contra hackers.

A Disney já sabe disso!

Stefan Mangold, que lidera grupo de pesquisa sem fio da Disney, diz que esses avanços poderiam dar Comunicação por Luz Visível um papel importante no crescimento da Internet das Coisas.

“A comunicação com luz permite uma verdadeira Internet das Coisas, como dispositivos de consumo, que são equipadas com LEDs, mas não links de rádio, podem ser transformados em nós de comunicação interativos”, disse Mangold. “Nós não estamos falando apenas de sensores, smartphones e eletrodomésticos. Isso facilmente poderia incluir brinquedos que possuem LEDs, criando uma Internet de Brinquedos em que os brinquedos podem ser acessados, monitorados e comandados remotamente.”

Atualmente, os pesquisadores da Disney estão viabilizando a implementação desta técnica para a Internet do Mundo Disney para que seja possível definir rotas e localizar pessoas em todos os ambientes do parque, evitando desaparecimentos desnecessários.

 

Fontes:

http://www.techtudo.com.br/noticias/noticia/2014/08/internet-das-coisas-entenda-o-conceito-e-o-que-muda-com-tecnologia.html

https://www.disneyresearch.com/project/led2led-viscomm-networks/

http://phys.org/news/2015-09-team-visible-internet.html

 

CLASSIFICAÇÃO DE CORPOS CELESTES! O PROBLEMA COM PLUTÃO E O PLANETA X!

Por Dener Brandão

 

E o árbitro para o jogo! Substituição no Sistema Solar! Sai Plutão, entra o planeta X!

Se estivéssemos num jogo de futebol, essa seria a narração perfeita para o que vem ocorrendo com as classificações de planetas no Sistema Solar. O rebaixamento da classificação de Plutão como planeta entristece muita gente. Por que isso ocorreu? Para
isso, precisamos entender a classificação de corpos celestes.

METEOROS E METEORITOS:

Será que um deles extinguiu os dinossauros da Terra, como dizem? Continue lendo e saberá a resposta!

São corpos celestes de pequenas dimensões, chamados de meteoroides, que orbitam o  Sol. Geralmente são partículas rochosas resultantes da colisão de asteroides. Quando passam nas proximidades da Terra, esses corpos celestes são atraídos pela força de gravidade do planeta. Os meteoros são vaporizados e se incendeiam ao entrar na atmosfera terrestre, sendo popularmente chamados de estrelas cadentes. As rochas que conseguem sobreviver a essa entrada na atmosfera e atingem a superfície terrestre são os meteoritos.

ASTEROIDES:

Está com medo? Relaxa! É só uma pedrinha…

A formação do sistema solar, há aproximadamente 4,6 bilhões de anos, deixou restos de material pairando pelo universo. Esses corpos rochosos são os asteroides. Milhões deles descrevem uma órbita em torno do Sol, especialmente entre os planetas Marte e Júpiter. Seu tamanho varia entre menos de um quilômetro a até centenas de quilômetros de superfície. Pesquisadores acreditam que já ocorreram colisões entre asteroides e a Terra, o que teria alterado o processo evolutivo do planeta.

Logo, asteroides são meteoros maiores. Portanto, a resposta para a pergunta sobre os meteoros é a seguinte: não! Estima-se que o corpo celeste que atingiu a Terra e culminou com a extinção dos dinossauros tinha cerca de 180 km de diâmetro, o que não o caracterizaria como um meteoro, pois estes chegam a cerca de 1 km de diâmetro antes de serem chamadas de asteroides.

COMETAS:

Foto de 3 de Agosto do cometa 67P, realizada pela sonda Rosetta que pousou nesse mesmo cometa em 2015

Há teorias que dizem que foi um cometa que atingiu a Terra. Que confusão! A diferença entre os cometas e os asteroides é bem simples. Os asteroides são “sobras” rochosas do processo de formação do Sistema Solar, enquanto um cometa é uma formação de gelo, poeira e gases. Os asteroides só poderiam ser “sobras” de planetas como Marte e a Terra (rochosos) e os cometas de planetas como Júpiter e Saturno, os gigantes gasosos do Sistema Solar. Mas dizem que os cometas não são provenientes daqui, então eles viajaram de outros sistemas para o nosso.

Caso queira definir em qual teoria acreditar, confira as fontes que serão publicadas abaixo. Mas só depois de terminar de ler a matéria! 😀

ESTRELAS:

Comparação do tamanho da maior estrela conhecida com o Sol. Imagina o tamanho dos planetas que a orbitam? Seriam os habitantes de lá gigantes também?

As estrelas são as peças fundamentais da formação das galáxias. Elas são as responsáveis pela distribuição de elementos como o carbono, nitrogênio e oxigênio. Cientistas explicam em modelos computadorizados que as estrelas se formam a partir do colapso de nuvens de poeira. O choque aquece as partículas do centro, formando o que virá a ser o núcleo. Estrelas como o Sol, que tem um diâmetro 109 vezes maior do que o da Terra, levam 50 milhões de anos para se formar, desde o primeiro choque até a maturidade. A massa solar é 330 mil vezes maior do que a da Terra, sendo cerca de três quartos hidrogênio, e o restante, principalmente hélio. A NASA calcula que estrelas como o Sol podem brilhar por 9 a 10 bilhões de anos. Cálculos baseados em rochas lunares atribuem cerca de 5 bilhões de anos à estrela em torno da qual a Terra descreve sua órbita.

PLANETAS:

Olha que gracinha é Plutão!

Em 2006, a UAI – União Astronômica Internacional – criou uma definição formal para o termo planeta. De acordo com essa definição, há três condições principais para um objeto ser considerado um planeta no Sistema Solar:

  1. O objeto precisa estar em órbita ao redor do Sol.
  2. O objeto precisa ser massivo o suficiente para ser esférico pela própria gravidade. Mais especificamente, sua própria gravidade precisa puxar ele para uma forma de equilíbrio hidrostático.
  3. Ele precisa ser gravitacionalmente dominante.

Vamos verificar se Plutão é um planeta?

  1. Plutão está ao redor do Sol!
  2. Ele é esférico pela própria gravidade e mantém o equilíbrio hidrostático!
  3. Plutão não é gravitacionalmente dominante. Para isso ocorrer, ele deve possuir uma massa maior que os objetos em sua órbita. Plutão tem massa de apenas 0.07 vezes a massa dos objetos na sua órbita. Em constraste, a Terra possui massa 1.7 milhões de vezes a massa dos objetos na sua órbita.

Portanto, nosso pequeno e querido Plutão não é considerado um planeta segundo a UAI e, assim, o Sistema Solar é composto de apenas 8 planetas. O mesmo cientista que “retirou” Plutão do Sistema Solar, Michael Brown, pode ter descoberto o novo nono planeta do Sistema Solar, o Planeta X (nesse caso, o X seria representando uma incógnita e não 10 em algarismos romanos). Uma análise da órbita de objetos na periferia do Sistema Solar, na zona habitada por Plutão, sugere a existência de um planeta grande, do tamanho de Netuno, a uma distância até 200 vezes maior que aquela entre a Terra e o Sol. Segundo ele e seu colega, Konstantin Batygin, a presença de um astro desse porte, com 10 vezes a massa da Terra, é a única maneira sensível de explicar o alinhamento de objetos observados no cinturão de Kuiper, a zona de planetas anões e pedregulhos gigantes que orbitam o Sol além de Netuno.

 

Fontes:

http://noticias.terra.com.br/ciencia/espaco/conheca-as-diferencas-entre-os-corpos-celestes,c2ed4e5c5b1eb310VgnCLD2000000ec6eb0aRCRD.html

http://www.bbc.com/portuguese/noticias/2013/03/130322_dinossauros_cometa_pr_cc

http://arxiv.org/abs/astro-ph/0608359

http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2016/01/astronomo-que-matou-plutao-ve-sinal-de-planeta-gigante-mais-distante.html

http://www.iau.org/news/pressreleases/detail/iau0603/