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Preço

Todos os professores do grupo APBH cobram um preço único de R$ 45,00/hora de aula para ensinarem conteúdos dos ensinos fundamental e médio e R$ 60,00/hora de aula para ensinarem conteúdos do ensino superior.

Além disso, cobramos também pelos transportes de ida e de volta para casa.

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Professor Alex Nery

Aulas de Português, Redação e Literatura para os ensinos fundamental, médio, pré-vestibulandos e também preparação para concursos públicos.
* Experiência em aulas particulares desde 2012 * Ensino médio completo (CTPM – 2011)
* 7º período do curso de Letras – UFMG
* Curso de análise do discurso (FAFICH – UFMG)
* Curso de Interpretação e Produção Textuais (FALE – UFMG)
* Curso de Análise do Discurso e Expressão Oral (FAFICH – UFMG)
Interessados poderão me contactar por meio de mensagens no Facebook (https://www.facebook.com/alex.nery.98), pelo e-mail (alexxxnery9@gmail.com) ou WhatsApp/ Celular: (31) 99214-3674.

Prova de Física do ENEM de 2014 corrigida!

Prova de Física do ENEM de 2014 corrigida pelo professor Fábio Silva!

Para conferi-la, clique aqui.

 

Fontes

Prova: http://download.inep.gov.br/educacao_basica/enem/provas/2014/CAD_ENEM_2014_DIA_1_01_AZUL.pdf

Gabarito: http://download.inep.gov.br/educacao_basica/enem/gabaritos/2014/CADERNO_1_AZUL_SABADO.pdf

Prova de Física do 1º semestre do CEFET-MG corrigida!

Prova de Química do 1º semestre de 2014 do CEFET-MG corrigida pelo professor Fábio Silva.

Para conferi-la, clique aqui.

 

Fontes

Prova: http://www.copeve.cefetmg.br/galerias/arquivos_download/Superior_Mat_Fis_Qui_Bio_Ing_Esp_2014_1_Layout_1.pdf

Gabarito: http://www.copeve.cefetmg.br/galerias/arquivos_download/Gabaritos_GRADUACAO_TRANSFERENCIA_1sem_2014_Layout_1.pdf

O Prêmio Nobel

Por Thiago Santana

 

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Em geral, outubro é o mês quando são revelados os laureados pelo Prêmio Nobel. A cerimônia, tão tradicional, faz parte da nossa cultura e está presente no imaginário popular. Mas você conhece a história do prêmio?

 Tudo tem início com o industrial e inventor sueco Alfred Nobel. Nascido em Estocolmo e desde cedo manifestando interesse por literatura e ciências naturais, ingressa no curso de Engenharia Química. Trabalhando na empresa do pai, que era também engenheiro, realizou diversas experiências com a nitroglicerina, buscando aprimorar seu uso na construção civil. Após um acidente em uma dessas experiências, seu irmão Emil morre, fazendo com que ele se mude para uma região mais distante. O objetivo principal de Nobel era transformar a nitroglicerina em um material mais facilmente manuseável, e por meio dessas pesquisas chegou à pasta que deu origem à dinamite, em 1867. A invenção, devido às suas diversas aplicações, foi um sucesso e rapidamente se espalhou pelo mundo. Nobel, ao longo da vida, ainda se dedicou à outras invenções, dentre as quais a borracha sintética. Contudo, a maior parte de sua fortuna teve origem nos seus investimentos em petróleo, sobretudo nas companhias fundadas pelos seus irmãos. Nobel morreu em 1896 de hemorragia cerebral.

O inventor deixou uma enorme fortuna e um testamento ordenando a utilização de 94% do dinheiro para a criação de um prêmio que reconhecesse figuras que contribuíram para o avanço cultural e científico da humanidade. As cinco categorias iniciais da premiação eram Física, Química, Medicina, Literatura e Paz. Em 1968, Economia foi incluída como uma das áreas do Prêmio Nobel. Desde 1901, ano da primeira premiação, a cerimônia ocorre anualmente em Estocolmo, na Suécia, tendo sido interrompida durante os anos da Segunda Guerra Mundial. Os laureados recebem uma medalha de ouro, um diploma e uma quantia em dinheiro a ser determinada pela Fundação Nobel, sendo que em 2012 a quantia dada foi de 1,2 milhões de dólares.

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O Prêmio Nobel tornou-se a forma mais prestigiada de reconhecimento nas áreas que abrange. Contudo, isso não o poupou de diversas críticas ao longo de sua história. Dentre as objeções ao prêmio está o predomínio de um eurocentrismo, sobretudo na categoria de literatura. Além disso, influência política e falta de merecimento já foram apontados por alguns críticos do prêmio. Há, inclusive, casos de pessoas que se recusaram a aceita-lo, sendo o caso mais famoso o do filósofo e escritor Jean-Paul Sartre.

Os critérios para as categorias de premiação já mudaram diversas vezes. Hoje em dia, a escolha dos laureados tende a ser menos conservadora. Isso torna possível a escolha, por exemplo, de artistas como Bob Dylan, um cantor popular, para a categoria de literatura, devido ao seu poderoso lirismo. Talvez este tipo de situação seja mais comum a partir de agora.

Agora que você já conhece melhor a história do Prêmio Nobel, que tal conferir o nome e o trabalho dos vencedores deste ano?

Referências

http://www1.folha.uol.com.br/ciencia/811574-conheca-ganhadores-que-recusaram-o-nobel-os-impedidos-por-hitler-e-outras-curiosidades.shtml

http://noticias.uol.com.br/ciencia/ultimas-noticias/redacao/2016/10/05/conheca-a-origem-dos-premios-nobel.htm

http://mundoeducacao.bol.uol.com.br/curiosidades/premio-nobel.htm

Um pouco sobre Machado de Assis

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Neste dia 29 de setembro, completam-se 108 anos da morte de um dos maiores escritores brasileiros da história: Machado de Assis. Para homenageá-lo, separamos algumas curiosidades biográficas sobre o autor.

Machado, ou Machadinho, como era conhecido pelos amigos, era filho de um descendente de escravos e de uma mulher portuguesa. Nasceu no Rio de Janeiro em 1839 e tinha epilepsia, ao que alguns críticos atribuem vários aspectos de sua obra. Mulato num país escravocrata e de origem pobre, nunca teve educação formal. Alguns biógrafos ainda apontam que, durante a infância, precisou trabalhar como engraxate e vendedor de doces. Assim, sua erudição foi conquistada através do autodidatismo, tendo aprendido o alemão e o inglês por conta própria, e o francês com a ajuda de um conhecido.

Começou escrever cedo e teve seu primeiro conto publicado aos 19 anos. Seu primeiro livro, Crisálidas, de poemas, foi publicado quando contava 35 anos. No ano seguinte estreou na prosa, com os Contos Fluminenses, notadamente ligado à escola romântica, então em voga no Brasil.

Com o amadurecimento, abandonou o Romantismo em decadência e buscou inaugurar uma nova prosa literária brasileira. Combinou as digressões do português romântico Almeida Garrett e do francês Xavier de Meistre com a ironia inglesa de Henry Fielding e Laurence Sterne, e o resultado foi um estilo único e inconfundível. Outras influências de Machado durante a maturidade incluem obras numerosas e ecléticas: a Bíblia, o teatro grego, a literatura romântica brasileira e europeia, poetas latinos, moralistas e filósofos de todas as épocas.

Datam desta época suas obras mais conhecidas pelo público. Memórias Póstumas de Brás Cubas foi publicado em 1881 e inaugura o estilo realista no Brasil. Quincas Borba e Dom Casmurro, publicados 4 e 10 anos depois das Memórias, respectivamente, consolidaram a imagem de Machado de Assis como um grande escritor. Esaú e Jacó, obra mais diretamente política, foi publicada em 1904, e o Memorial de Aires, seu último romance, em 1908, ano de sua morte.

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Primeira edição das Memórias Póstumas

Durante esse período, Machado ainda se notabilizou pelos contos. Em Contos Fluminenses e Histórias da Meia-Noite ainda se nota a filiação do escritor ao Romantismo, mas a partir de Papéis Avulsos, de 1882, Machado demonstra ser um contista tão grande quanto romancista. Nesta época foram escritos seus contos mais famosos: A Cartomante, A Mão e a Luva, Missa do Galo, Um Homem Célebre e O Enfermeiro.

Além dos contos e romances, Machado de Assis também escreveu diversas peças de teatro e poemas, sem, contudo, o mesmo destaque conquistado na prosa.

Ao longo de sua vida, o escritor trabalhou em jornais, periódicos e tipografias, como a Tipografia Nacional, A Semana Ilustrada, Diário do Rio de Janeiro, Jornal das Famílias, Revista da Semana, Correio Mercantil e O Espelho. Possuiu diversos pseudônimos na escrita jornalística, como, por exemplo, Dr. Semana. Além da escrita, Machado ainda trabalhou em cargos públicos, como no Ministério da Viação.

Já um escritor reputado, Machado foi um dos fundadores, presidente e imortal detentor da cadeira de número 23 da Academia Brasileira de Letras, em 1897. Catedrático assíduo, das 96 sessões realizadas durante sua presidência, faltou apenas a duas. Em 1901, quando ainda era presidente, criou na ABL uma série de encontros festivos onde os convidados eram servidos com panelas de prata. Essa é a origem da expressão panelinha, significando um círculo fechado de amigos.

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Machado de Assis e a panelinha da ABL

Em 1902, com a morte da esposa Carolina Xavier, a Carola, por quem era profundamente apaixonado, Machado enfrenta uma profunda depressão e sua saúde piora. Morre no dia 29 de setembro, vítima de uma úlcera cancerosa na boca. Sua morte é lamentada e noticiada no Brasil e em Portugal, e seu enterro acompanhado por uma multidão saída da Academia.

Agora que conhecemos um pouco mais sobre a vida desse grande escritor, que tal homenageá-lo, no aniversário de sua morte, lendo alguma de suas obras-primas?

Referências

http://www.academia.org.br/academicos/machado-de-assis/biografia

http://www.academia.org.br/academicos/machado-de-assis/biografiahttp://blog.estantevirtual.com.br/2016/06/21/cinco-curiosidades-sobre-machado-de-assis/?nabe=5606313106604032:1&utm_referrer=https%3A%2F%2Fwww.google.com.br%2F

Professor Thiago Santana

TS

Aulas de Português, Redação e Literatura para os ensinos fundamental e médio e para pré-vestibulandos.

* Experiência com ensino de língua, literatura e produção textual desde 2013;
* Cursa o 7º período do curso de Letras na UFMG;
* Monitor de graduação nas áreas de Teoria da Literatura e Literatura Comparada na FALE – UFMG;
* Experiência como bolsista de pesquisa na área de linguística (2014).

Interessados, me contactarem pelo meu Facebook (https://www.facebook.com/thiago.santana.1466) ou pelo meu e-mail (thn.santana@gmail.com) ou pelo meu telefone ((31)99278-2764 – What’sApp).

Prova de Matemática do ENEM de 2014 corrigida!

Prova de Matemática do ENEM de 2014 corrigida pela professora Bruna Santana!

Para conferi-la, clique aqui.

 

Fontes

Prova: http://download.inep.gov.br/educacao_basica/enem/provas/2014/CAD_ENEM_2014_DIA_2_05_AMARELO.pdf

Gabarito: http://download.inep.gov.br/educacao_basica/enem/gabaritos/2014/CADERNO_5_AMARELO_DOMINGO.pdf

Nomenclatura dos Elementos Químicos

por Iara Bolina

 

A nomenclatura dos elementos químicos é extremamente diversificada, pois alguns levam o nome de corpos celestes ou de seres mitológicos e outros têm a ver com a cor e o lugar geográfico onde foram encontrados, entre outras características.

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Os primeiros elementos químicos descobertos foram ouro, prata, estanho, mercúrio, cobre, chumbo, ferro, enxofre e carbono. Os seus símbolos são originados dos seus nomes escritos em latim: aurun (ouro), argentum (prata), ipsum (carbono), stanum (estanho), ferrum (ferro), sulphore (enxofre), etc.

As primeiras nomenclaturas dos elementos não obedeciam a uma regra definida, mas eram dadas de modo aleatório pelos pesquisadores que os descobriam: relacionavam-nos a minerais, planetas, estrelas, o local onde foram encontrados e suas características físicas ou químicas. Inclusive, os nomes de alguns têm origens bem interessantes e diferentes, como o caso do níquel, manganês e ununhéxio.

  • Níquel: Os mineiros alemães encontraram um minério muito parecido com o cobre, porém o cobre tingia os vidros de azul, enquanto que esse novo metal tingia-os de verde. Como eram supersticiosos, alguns desses mineiros começaram a chamá-lo pelo nome deKupfer-nickel, que significa “cobre do Velho Nick”, isto é, “cobre enfeitiçado pelo Diabo” ou “cobre falso”. Mesmo depois de se descobrir que esse era na verdade um novo elemento, ele continuou a ser chamado de nickel ou níquel, em português (FOGAÇA, 2016).

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  • Manganês: O manganês levou o nome por engano: seu minério foi confundido com a magnetita. A magnetita, por sua vez, herdou o nome de Magnes, suposto pastor grego que a teria descoberto (FOGAÇA, 2016)

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  • Ununhéxio: Cada algarismo do número atômico destes últimos elementos foi convertido em uma “sílaba” do seu nome. O algarismo 1, por exemplo, se torna “un”, e o 6, “héxio”. Então o elemento de número 116 virou “ununhéxio” (TOMA E OLIVEIRA, 2016).

 

O significado dos nomes de alguns elementos também remete a suas características físico-químicas, como

  • o ouro, que significa amarelo;
  • a prata, que significa brilhando;
  • o carbono, que significa carvão;
  • o estanho, significa fácil de fundir.

 

Outros elementos, por sua vez, foram homenageados com os nomes de cientistas. Veja a figura abaixo:

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Fonte: http://brasilescola.uol.com.br/upload/conteudo/images/nomes-de-elementos-e-cientistas.jpg

 

Além de ser uma referência ao físico e químico Ernest Rutherford, uma outra curiosidade sobre o rutherfórdio é que, como os pesquisadores que descobriam ou criavam um elemento tinham o direito de nomeá-lo, esse elemento era também chamado de kurchatóvio, uma homenagem ao físico soviético Igor Kurchatov. Devido a esses e outros problemas, a IUPAC (União Internacional de Química Pura e Aplicada) determinou, em 1947, que, após provada a existência de um novo elemento, os cientistas envolvidos na pesquisa poderiam sugerir um nome para o átomo, porém somente a Comissão de Nomenclatura em Química Inorgânica (CNIC) poderia fazer uma recomendação ao Conselho da IUPAC, que tomaria a decisão final. Enquanto o nome não é escolhido, o elemento em questão recebe um nome provisório, derivado do seu número atômico.

 

Gostou? Quer saber mais sobre o assunto? Confira nossas fontes abaixo!

Fontes:

Toma, Henrique E. e de Oliveira, Luiz Antônio Andrade. “Qual a Origem dos Nomes dos Elementos Químicos?”. Disponível em http://mundoestranho.abril.com.br/materia/qual-a-origem-dos-nomes-dos-elementos-quimicos, 2016.

Fogaça, Jennifer Rocha Vargas. “Origem dos Nomes e dos Símbolos dos Elementos”. Disponível em http://brasilescola.uol.com.br/quimica/origem-dos-nomes-dos-simbolos-dos-elementos.htm, 2016.

Adélio A. S. C. M. Machado, Bernardo J. Herold, João Cardoso, Joaquim Marçalo, José Alberto L. Costa, Maria Clara Magalhães, Maria Helena Garcia, Olivier Pellegrino, Osvaldo Serra, Roberto B. Faria e Rui Teives Henriques. “Os Nomes dos Elementos Químicos”. Disponível em http://www.spq.pt/magazines/BSPQ/649/article/30001596/pdf, 2016.